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Caso Fernanda: pai da vítima fala e engenheiro nega envolvimento

Matéria publicada em, 31 de agosto de 2011

Continua sem solução a morte da jovem estudante Fernanda Lages, de 19 anos, encontrada morta, as 5:30 Horas da manhã da quinta feira passada(25), na obra do novo prédio do Ministério público Federal no Piauí, na avenida João XXIII, zona leste de Teresina.

Na tarde desta quarta feira o pai de Fernanda, Paulo César Lages, agropecuarista e ex-vereador de Barras (119 Km de Teresina) onde reside, e que tinha apenas Fernanda e mais um filho, que é especial, falou  pela primeira vez sobre o caso. César Lages falou do escritório do advogado da família Lucas Villa, no bairro Jockey Clube, em Teresina. Na entrevista revelou que existe um vídeo em que seria capaz identificar duas pessoas com sua filha por volta das 3h da madrugada na av. João XXIII, antes do crime.

Paulo César Lages(camisa branca) ao lado do advogado

A gravação teria sido feita por um segurança, amigo de um tio da vítima, que explicou que apenas após o crime identificou Fernanda. Segundo o pai da universitária, na gravação, a jovem aparecia sentada em um muro com duas pessoas, sendo um homem e uma mulher. Paulo César explicou que as informações sobre o vídeo já foram repassadas à polícia

“Resolvi falar agora porque preciso que a justiça seja feita. Quero que o crime seja desvendado e nós da família descartamos qualquer possibilidade de suicídio. Ela jamais teria cometido suicídio. Era uma garota alegre, que gostava de viver”, explicou o ex-vereador, Paulo Cezar Lages.

O pai de Fernanda revelou que a ultima vez que conversou com a filha foi na quarta-feira (24), por volta das 19h35. Ela disse que estava na universidade. “Eu acredito na competência da polícia e faço um apelo para que o procurador da república Marco Túlio Caminha continue nas investigações”, disse.

 

Engenheiro colocado como suspeito quebra o silêncio

O engenheiro Jivago Castro, que teve seu nome especulado pela imprensa como possível envolvido no caso, falou sobre o caso hoje (31) pela primeira vez e negou qualquer participação no crime da estudante Fernanda Lages e, revoltado, disse estar sendo injustiçado.

Jivago disse que não conhecia a estudante e afirmou que estava em casa no dia do assassinato da universitária e que sua empresa, a Vanguarda Engenharia LTDA, não tem qualquer relação com a obra do Ministério Público Federal, onde ocorreu o crime, mas sim com a obra do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) que fica ao lado.

Engenheiro da obra do TRT, Jivago Casto.

“Não conheço, nunca conheci e nunca tive relacionamento com essa moça”, disse o engenheiro, afirmando ainda que na quarta-feira, dia do crime, foi ao cinema à noite com a namorada e ela permaneceu todo o tempo com ele em seu apartamento. E afirma que permaneceu o final de semana em Teresina e está a disposição da polícia para prestar qualquer esclarecimento.

 

Da Redação      Fonte e fotos cidadeverde


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