Robert Rios critica composição de suplentes na Assembleia e chama W.Dias de “Frankenstein”

Matéria publicada em, 7 de fevereiro de 2017

O deputado estadual Robert Rios (PDT), criticou na manhã desta terça-feira (07/02) a composição dos deputados na Assembleia Legislativa do Estado, que deverá perder mais dois deputados por conta da reforma administrativa do governador Wellington Dias (PT), que será anunciada nos próximos dias. Segundo o deputado, a entrada de novos suplentes na Casa deixará o parlamento debilitado.

Robert Rios

“Se continuar do jeito que está essa Casa vai ter na primeira vez na história do Brasil um parlamento com a maioria de suplente. A maior  parte dos deputados que vão se sentar aqui não foram escolhidos pelo povo, isso é uma gravidade e eu não sei se isso está na Constituição. Isso fere a vontade do eleitor que escolhe os seus deputados e depois o governador pega esses deputados tira da Casa e coloca os suplentes. Esse parlamento está agonizando na UTI, mutilado. O governador Wellington Dias transformou o parlamento em um Quasímodo “, declarou o deputado.

Para Robert Rios, a entrada de mais suplentes deixa a oposição ao Governo “massacrada”. “Isso fere a democracia, não foi isso que os eleitores decidiram. Os deputados eleitos estão indo todos para o Palácio de Karnak, são os deputados do governador agora e não do povo. Isso deixa a oposição massacrada, toda vez que se vai escolher as comissões o Governo vem com os seus tanques de guerra, e quem pilota esses tanques são os suplentes”, continuou ele.

O deputado chamou o governador de Frankenstein criticou o atual líder do Governo, o deputado João de Deus (PT), que entrou como suplente. “O deputado João de Deus, por exemplo, manda e desmanda nessa Casa, e ele era o nono suplente e agora é o líder do Governo, então é uma coisa que eu acho muito triste, ele não chegou a ser eleito pelo povo e hoje faz o que quer aqui. Isso tudo por conta do Frankenstein, o governador Wellington Dias que tem deixado esse parlamento debilitado”, finalizou Robert Rios.

Fonte: oitomeia


Revista Opinião