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Polícia combate pesca predatória na Barragem do Bezerro. Veja corre corre de pescadores para escapar

Matéria publicada em, 5 de março de 2020

Por determinação do promotor de justiça da 2° promotoria do Ministério Público deste Município, Dr. Flávio Teixeira, a polícia militar do Piauí, através do 16° BPM, intensificou a fiscalização de combate à pesca predatória na barragem do bezerro em José de Freitas, durante o período da piracema que encerra no próximo dia 15 de Março.


Um dos pontos mais fiscalizado pela polícia é o sangradouro da barragem, no local foi registrado um grande número de pescadores com rede, atraídos pelo os cardumes de alevinos que acompanham o fluxo da água para desovar, ficando vulnerável a ação dos pescadores com redes, fato que é alvo da fiscalização do Ministério Público e Polícia Militar.

Na manhã desta quinta-feira, 05 de Março, a Reportagem do Revista Opinião flagrou a chegada de uma guarnição da polícia militar no local, na oportunidade provocou uma grande correria por parte dos pescadores para escapar da fiscalização. A guarnição estava composta pelo Cabo Bernardino, soldado Jaylon e M. Silva.

FLAGRA: Corre corre de pescadores para escapar da fiscalização da polícia 

De acordo com o presidente do SINDIPESCA (Sindicato dos pescadores de José de Freitas), Chaquinha, a piracema teve início em todo Piauí no dia 15 de Novembro e encerra-se, no próximo dia 15 de Março deste ano. A piracema é a época da reprodução dos peixes, ficando vetada a pesca com redes, sendo permitido apenas pesca com anzol, sem ultrapassar cinco quilos de peixes exclusivamente para o consumo.

Presidente do SINDIPESCA (Sindicato dos pescadores de José de Freitas), Chaquinha

O Sindicalista explicou também, que neste período o governo federal paga o seguro pesca para os pescadores associados. A orientação do Sindicato é que não pesque, quem insistir e for pego pela polícia, será multado, terá o material apreendido e pode ser preso em flagrante, no caso de pescadores sindicalizados, perde o seguro pesca e sofre outras penas na forma da lei, explicou Chaguinha, do SINDIPESCA de José de Freitas.


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