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Opinião: na reta final

Matéria publicada em, 3 de outubro de 2012

A política é uma missão nobre do cidadão, é a arte e a essência do bem comum, da coisa coletiva. Política é o nosso dia a dia. Por mais desmoralizada que seja, atualmente, alguém tem que se ocupar da tarefa de governar. O que fazemos e deixamos de fazer na política faz toda a diferença. A falta de interesse do cidadão de bem pela política é que deixa o espaço vago para ser ocupado pelos mal intencionados.

Devemos reagir para não permitir que pessoas descomprometidas com a sociedade, continuem usando a política em benefício único e exclusivo da sua família ou de seus amigos próximos. Pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si. Não devemos fugir jamais dos problemas nem omiti-los. O povo de José de Freitas dessa vez não vai se omitir e nem deixar as crises morais aumentarem, muito menos deixar as coisas como estão pra depois ver como vão ficar. A sociedade freitense não vai militar através de falácias, vai  unir pensamentos e ações, casar palavras e atos, e dar ao discurso novo a força transformadora, pois escolher bem é, além de um direito, é nosso dever. Nós, a massa, o povo de José de Freitas, estamos cansados dos desvios de conduta e das promessas falsas e descabidas daqueles que tiveram ou tem a oportunidade de mudar e nada fizeram ou fazem, além de alianças espúrias, que buscam tão somente o poder pelo poder. Para chegar ao poder, acordos sujos são fechados, ideologias são apagadas, biografias são manchadas e caciques políticos utilizam seu poder para beneficiar seus apadrinhados.

Quem está no poder, é comum a utilização da máquina administrativa em benefício próprio, ou de quem se apoia, de modo que muitas prefeituras quebram após o período eleitoral. É importante que analisemos a conduta e as propostas dos candidatos postulantes aos cargos ora disputados. A honestidade não é uma característica mensurável, não há um aparelho capaz de medi-la, mas o histórico e vida das pessoas armazenam registros capazes de atestar o  grau de honestidade de cada um dos indivíduos. Assim na falta de outro método mais eficiente, a avaliação do passado dos candidatos se apresenta como alternativa para separar honestos de desonestos, o joio do trigo.

É evidente a importância de se pesquisar o passado dos candidatos, verificar as pessoas que o cercam e conhecer suas propostas, só assim serão eleitos os mais eficientes e capazes de mudar o cenário atual, triste, melancólico e desesperançoso. A justiça eleitoral tem feito a sua parte ao tentar barrar os “fichas sujas”, mas o papel do eleitor será de ator principal neste enredo. A opção pelos “fichas limpas” é a tendência para quem sonha com dias melhores. Por isso, nesta reta final, que prevaleça o bom discurso, que as ações sempre girem dentro dos limites do bom senso. Faça, eleitor, sua pesquisa e escolha o melhor, o mais qualificado, o que não tem vícios com o poder, aquele que vai comandar sua cidade pelos próximos quatro anos!

Por Armando Alves


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