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Mototaxistas fecham Av. Frei Serafim por fiscalização de clandestinos

Matéria publicada em, 27 de janeiro de 2015

Mais de 1.000 mototaxistas fecharam a avenida Frei Serafim na manhã desta terça-feira (27) protestando contra a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans) e a Prefeitura de Teresina. O principal reivindicação dos manifestantes diz respeito à fiscalização dos mototaxistas clandestinos.

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“Há mais de 14 anos os mototaxistas em Teresina são legalizados. As autoridades da Strans e os prefeitos sempre dizem que vão fiscalizar os clandestinos, mas nunca fizeram isso. Nossa manifestação é pacífica, mas queremos forçar a Strans a fiscalizar”, destacou Ricardo Ribeiro, presidente do Sindicato dos Mototaxistas de Teresina (Sindmot), responsável pela mobilização que interditou o sentido Leste-Centro da Frei Serafim.

Segundo o sindicalista, Teresina tem atualmente 2.650 mototaxistas legalizados e mais de 2.000 clandestinos. “Os clandestinos estão causando prejuízos de mais de 70% nos mototaxistas legalizados. Por isso, a gente pede para que a população use apenas os legalizados, que têm as motos pintadas, têm alvará e usam coletes que os identificam”, argumentou Ricardo Ribeiro

O protesto teve início por volta das 8h, no Piauí Center Modas, na zona Sul de Teresina, percorreu a avenida Miguel Rosa e chegou à Frei Serafim, no Centro, perto das 10h30. Para evitar tumulto, a Polícia foi acionda e já se encontra na via mais importante da capital.

Além de reivindicar melhorias e protestar contra a administração municipal, os mototaxistas querem um encontro com o prefeito Firmino Filho (PSDB) ainda nesta terça-feira para tratar sobre o assunto.

“Estamos reivindicando os nossos direitos. Há clandestinos para tudo quanto é lado, mas ninguém toma providência. Vamos exigir que o prefeito cumpra a lei. Se não atender a categoria hoje, a gente volta amanhã. Se não atender amanhã, a gente volta no dia seguinte. Vai ser assim até que a situação seja resolvida”, comentou o mototaxista Francisco Justino da Silva Filho.

Fonte e imagens: cidadeverde


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