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Marcelo Castro disputa Ministério da Saúde com mais dois deputados do PMDB

Matéria publicada em, 23 de setembro de 2015

Indicado pelo PMDB para o Ministério da Saúde, o deputado federal piauiense Marcelo Castro disputa a preferência da presidente Dilma Rousseff (PT) com o paraibano Manoel Júnior e o mineiro Saraiva Felipe. Um dos três substituirá o petista Arthur Chioro, que está no cargo desde janeiro de 2014, mas já avisou a assessores que deixará a pasta. O anúncio do escolhifo deve acontecer na quinta-feira (24), segundo revelou o líder peemedebista no Senado, o cearense Eunício Oliveira.

Apesar da indicação, Castro não é o preferido para o cupar o MS

Apesar da indicação, Castro não é o preferido para o cupar o MS

A indicação de Marcelo Castro surgiu nesta quarta-feira (23) após reuniões entre Dilma Rousseff e o vice-presidente Michel Temer (PMDB) e o líder peemedebista na Câmara, Leonardo Picciani.

Apesar de figurar entre os três indicados pelo PMDB ao Ministério da Saúde, Marcelo Castro não é o favorito a ficar com a pasta. De acordo com o Jornal O Globo, a tendência é que Manoel Júnior substitua Arthur Chioro. O paraibano é pré-candidato do partido à Prefeitura de João Pessoa (PB).

Ao ofertar o Ministério da Saúde ao PMDB, Dilma Rousseff tenta uma reaproximação com a sigla – nomes importantes do partido, como o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e o presidente do Senado, Renan Calheiros, têm feito forte oposição à petista. O realinhamento com os peemedebistas é considerado fundamental para a articulação política.

Além do Ministério da Saúde, uma outra pasta será oferecida ao PMDB. Para essa área, que ainda não foi definida, os nomes levados à presidente são Newton Cardoso Júnior (MG), Mauro Lopes (MG), José Priante (PA), e Celso Pansera (PMDB-RJ).

Como demonstração de que estão dispostos a entrar para a Esplanada, os deputados do PMDB fecharam questão na noite de terça-feira (22) pela manutenção dos vetos presidenciais. Foram votados e mantidos 26 dos 32. Ficará para outubro o veto ao reajuste de até 78% dos salários do Judiciário.

Fonte: cidadeverde


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