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AUTODESTRUIÇÃO

Matéria publicada em, 14 de fevereiro de 2011

E Deus disse: “Façamos o homem à nossa imagem e semelhança, e que domine sobre todas as outras criaturas, do mar, da terra e do céu”.

E, desde então, o homem vem tentando, insistentemente e a todo custo, dominar tudo, desafiando inclusive o seu próprio criador, tornando-se uma afronta e uma decepção àquele que o deu vida e poder.

Deus fez a montanha, os morros, com suas limitações e fragilidades ante aos seus processos de formação e transformação naturais, ao longo dos anos. Mas o homem quis interferir nesse processo e vem modificando e tornando feia a paisagem natural, construindo em suas encostas mansões, casas, casebres, e barracos por toda a parte. E isso não é bom!

Deus fez a chuva para encher os rios, molhar a terra e regar as plantas, para que todos os seres vivos pudessem tirar algo dali e continuassem vivendo bem. Mas o homem construiu asfaltos, cobriu a terra de concreto, retirou as plantas e encheu os rios de lixo e terra. E isso não é bom!

O homem…sempre o homem!

E, assim, o homem vai continuar desafiando o seu criador, e as manifestações da ira divina e de sua decepção com a criatura a qual deu vida e fortaleza vão permanecer, até que, em algum momento, sem que ninguém se dê conta, dadas a vaidade, a luxúria e o egoísmo humanos, tudo, mas tudo mesmo, estará terminado.

Nas previsões apocalípticas, “naqueles dias, os homens procurarão a morte, mas a morte fugirá deles….aqueles homens que não renunciaram sequer às obras de suas mãos, para não mais adorar os demônios, os ídolos de ouro, de prata, de bronze, de pedra e de madeira, que não podem ver, nem ouvir, nem andar. Não se converteram, também, de seus homicídios, magias, prostituição e roubos….E, então, quando tocar a sétima trombeta, já não haverá mais tempo!”

(Prof. Eduardo Cardoso – José de Freitas/PI, 13 de fevereiro de 2011.)


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