Após moradores sofrerem com poeira e buraqueira e interditarem rua, obra de asfaltamento é retomada em José de Freitas

Matéria publicada em, 26 de setembro de 2014

Após muitas reivindicações aos políticos locais, protestos e interdição da rua Joaquim Sampaio Castelo Branco, que liga o centro da cidade de José de Freitas-PI, aos bairros Santo Antonio, Princípio e Deus Me Deus, além de várias comunidades rurais, a exemplo da Grande Ema, as barreiras que impediam o tráfego de veículos foram retiradas pela polícia militar a mando sabe-se lá de quem.

Empresa Viatec retoma obra no bairro Deus me Deu  ( Imagem: jfagora)
Empresa Viatec retoma obra no bairro Deus me Deu ( Imagem: jfagora)

A poeira continuou. Porém e enfim, a empresa contratada pelo governo estadual para executar a obra asfáltica da referida rua, bem como de outras na cidade de José de Freitas, reiniciou a obra esta semana. Uma vitória dos moradores que protestaram fechando a rua e desabafando nas redes sociais.

Muitos políticos se comprometeram em solucionar a questão, entre eles os ex-prefeitos Robert Freitas e Ricardo Camarço, além dos atuais vereadores. Todos estiveram fazendo o pedido diretamente para o governador e candidato à reeleição Zé Filho. Este se comprometeu com todos eles de que a obra sairia.

Parece que todos querem ser o pai da obra, mas se esquecem de que a política existe para se buscar o bem comum da população. Quem chegou primeiro? Quem chegou por último? Isso parece brincadeira de criança. Se todos reivindicaram (lógico pra ganhar um “prestigiozinho” da população em época eleitoral!), e a obra foi reiniciada, parabéns para todos que tem um pedacinho dela. Mas de fato, quem realmente é merecedor dos aplausos, é a população daquela região, que começa a mostrar que, quando o povo está unido por uma causa, vai muito além.

Aos políticos, não fizeram mais do que são obrigados.

Nota 1: a obra é executada via Idepi – Instituto de Desenvolvimento do Piauí, que tem à frente Elizeu Aguiar, que tem fortes ligações em José de Freitas.

Nota 2: Nota 1: a obra teve um sobrepreço de 25% de seu orçamento inicial.

Da Redação


Revista Opinião